O sol ainda não havia nascido quando a frota de veículos não identificados se posicionou em um raio de três quarteirões do Clube Éden. O ar noturno, antes vibrante com a batida abafada da música, agora estava parado, pesado com a iminência da violência. Dentro da van de comando, iluminada pelo brilho fantasmagórico das telas, eu observava. Cada canal de vídeo, cada comunicação por rádio, era um fio que eu puxava no tear do colapso.
— Todos os pontos, reportem — a voz de Éri