Mundo de ficçãoIniciar sessãoRosemary é uma jovem mulher que ganha a vida vendendo lanches. Ao ser ameaçada pelo ex-namorado e pelo padrasto, ela aceita a proposta de casamento do multibilionário Victor Montenegro, um homem enigmático que foi acusado de matar a esposa e o próprio pai. Ele quer uma esposa submissa e ela só quer viver em paz. Nenhum dos dois esperava que o amor iria florescer. Contudo, a história deles não vai ser fácil: Victor terá que decidir se vai abrir seu coração trancado para a batalhadora mulher Será que o amor cura tudo? Não percam este romance quente e doce. Não vão se arrepender!
Ler maisRosemaryNo cinema da mansãoEu, o Victor e os meninos estamos assistindo a um filme infantil sobre brinquedos que ganham vida; é o favorito dos meus ruivinhos. É tão bom ter uma noite em família depois de todo o terror que vivemos com aquela psicopata desgraçada.O Noah e o Miguel não ficaram sabendo que os cupcakes estavam envenenados. Eu disse que eles estavam estragados e que iam dar muita dor de barriga. Quando eles ficarem mais velhos, eu conto tudo. Eles prometeram que nunca mais iriam aceitar nada de estranhos.— Olha, mamãe! Eu quero um boneco igual a ele.— Ele é feio! Prefiro aquela boneca loira — diz Noah.Sorrio. O Noah é uma figura.— Mamãe, o que aconteceu com a bruxa dos cupcakes?Eu e Victor nos olhamos.— Ela foi banida, querido. Está presa e nunca mais vai dar cupcake estragado para ninguém!Eles não tocam mais no assunto.— Olha só, papai! Aquele boneco parece com você.— Não parece, não, Miguel! Eu não sou tão feio assim.Caio na gargalhada.— Parece sim, amor! O
Rosemary— CRIANÇAS, NÃO! — grito e derrubo os cupcakes.Eu trouxe as crianças para a empresa que o pai delas é o CEO. Eles adoraram sentar na cadeira dele e fingir que são CEOs poderosos.Eu me distraí por um segundo, e eles saíram correndo para fora. Corro até eles e vejo uma senhora que aparenta ter 60 anos dar um cupcake para cada um.— Eu já falei que vocês não podem aceitar nada de estranho! Vão para dentro.Eles me obedecem.Corro atrás da mulher.Por sorte, consigo encontrar a bandida em uma praça.— Eu fiz o trabalho, faça o Pix.— Tiro o celular das mãos dela.— Ei, me dá meu celular!— Olha, eu não bato em idosos, mas vou colocar a senhora em uma cela imunda do presídio para sempre se não me contar se foi a vadia da Renata que te pagou para envenenar os meus filhos.A mulher entra em pânico e pega um cupcake dentro da cesta que está no chão.— Eu não vou passar os poucos anos que me restam na cadeia.A mulher fica pálida como um fantasma e cai no chão. Seus olhos se tornam
Rosemary6h38 da noite, Mansão MontenegroTermino de fazer a minha maquiagem e fico olhando o reflexo no espelho.— Victor vai amar!Saio do quarto e vou arrumar os meninos.Os dois ficam uma gracinha com a roupa que escolhi.Espero Victor.Passa uma hora e nada dele chegar.Ligo para ele e o celular só dá na caixa postal.— Meninos, o pai de vocês vai nos encontrar na pizzaria. Vamos.Digo, tentando acreditar nisso.Meu maridão deve estar muito ocupado.Peço para um dos seguranças nos levar. Leandro está no hospital com a esposa. Ela acabou de dar à luz ao primeiro filho deles.Durante o caminho para a pizzaria, mando áudio e mensagem, e ele não responde.Adriano para em frente à pizzaria.Eu e os meninos saímos do carro, e Adriano entra com a gente e se senta em uma mesa próxima da nossa.— Mamãe, o papai vai demorar?— Ele vem mesmo?— É claro que ele vem, meninos.Digo, mesmo sem ter certeza.VictorAo sair da empresa, alguém coloca um pano em minha boca. Apago por conta do cheiro
Victor Não foi difícil para Túlio descobrir tudo sobre Renata Medeiros. Ela cresceu em um bairro pobre, os pais eram usuários de drogas. Quando cresceu, foi trabalhar em um bordel e, após alguns anos, casou-se com um idoso milionário, que faleceu após cair da escada. Bato na porta do apartamento dela. Logo, Renata abre a porta. Seu cabelo está igual ao da Rose, o rosto também é semelhante ao dela. Renata pode gastar uma fortuna, mas nunca será igual à minha sardentinha. Ela é única! — Meu amor, eu sabia que você iria me procurar. Por favor, entre, fique à vontade. Ela está vestindo um vestido vermelho extremamente decotado. — Gostou? Sei que ama vermelho, descobri nas revistas de fofocas. Fala tocando o corpo de forma sensual. Sinto repulsa. — Renata, eu sou casado! E amo a minha esposa. Você e eu nunca existimos. Precisa procurar ajuda profissional. Ela me olha com raiva. — Você foi feito para mim! Eu mereço ter você como meu marido. Sou uma versão muito melhor
RenataOdeio meu nome! Ele me lembra a vida de merda que eu levava com os meus pais viciados. A nossa casa era velha, suja e sempre fedia a drogas e vinhos baratos. Meu quarto era um cubículo repleto de ratos.Aqueles miseráveis que eu tinha que chamar de pais me humilhavam e colocavam cadeado na geladeira para eu não comer muito.Na escola, os meus colegas e até os professores me chamavam de "baleia inútil". Muitas vezes eles me obrigavam a comer comida no chão.Minha vontade era de explodir aquela escola nojenta com todos dentro. Felizmente, reprimi meu desejo de vingança. Eu não ia passar a minha adolescência em reformatório imundo.Meu pai me vendeu a um bordel. Fiquei feliz. Lá eu iria ganhar dinheiro suficiente para ficar mais gostosa e arrumar um velho rico à beira da morte.E foi exatamente isso que eu fiz: casei com um velho gagá e, acidentalmente, ele caiu da escada.Depois disso, tive inúmeros namorados que não valiam um real!Um dia, eu estava discutindo com o último namor
Rosemary — Moça, o que você quer? — Quando algo fica com defeito, precisa ser substituído. Isso não serve só para objetos e eletrodomésticos. Eu, hein, que mulher louca! Espera, já a vi antes! Foi no hospital! Ou é muita coincidência a gente ter se encontrado de novo, ou essa doida está me seguindo. Tenho certeza de que é a segunda opção! — Espero que encontre o caminho de volta para a clínica psiquiátrica. Tchau. Ela agarra meu braço. — Sabia que Rosemary é nome de vadia? — Como é? Qual é a droga do seu problema? Você nem me conhece, não tem o direito de me ofender. Era só o que me faltava: uma maluca para me perturbar. Ela esboça o sorriso mais falso do mundo. — Calma, amiga, é que todos me falam que Rosemary é nome de puta. Pensei que você sabia. Não a deixo me tocar. — Não, eu não sabia. Quer saber o que eu sei? Você está precisando de um psiquiatra, minha filha. Seu caso é sério. Boa sorte e até nunca mais. Digo e caminho depressa para longe dessa cóp





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