Continuação.
Nos dias que se seguiram, Wei passou a me visitar todas as noites.
Às vezes vinha em silêncio, às vezes vinha com fome de mim — e eu já sabia, antes mesmo de ele tocar a porta, que o corpo dele ansiava pelo meu.
Fazíamos amor como se o tempo tivesse parado. E, de alguma forma, eu sabia que para ele, talvez tivesse mesmo.
Era como se os milênios de dor e ausência se dissolvessem em cada toque, em cada suspiro. Ele me tomava devagar, como se quisesse decorar cada parte minha que a et