Aleksei Vasiliev
O relógio da sala marcava três e meia da madrugada quando ouvi o som suave de passos desordenados no corredor. O cheiro do álcool ainda pairava no corpo dela, misturado ao perfume de sua pele, uma mistura que já seria suficiente para me enlouquecer. Aurora entrou na sala como se fosse a dona do tempo, e era.
— Aleksei… — sua voz arrastada pelo sono e pela bebida me encontrou — venha para a cama.
Não era um pedido. Era uma ordem.
Levantei-me da cadeira onde estava observando a n