Aurora Mancini
A mansão estava silenciosa, mas dentro de mim o barulho era ensurdecedor. A noite se aproximava como um aviso. O cerco não era mais metáfora, era realidade. Andrei Sokolov e o Círculo já estavam em movimento.
No salão principal, Aleksei me esperava. O corpo dele parecia esculpido na penumbra, imponente, mas os olhos denunciavam algo que raramente vi: medo. Não dele. Medo por mim.
— Você não vai lutar. — ele disse, sem rodeios.
Cruzei os braços, firme.
— Eu vou.
— Aurora… — sua vo