Aurora Mancini
O dia começou com o som insistente de notificações. Não eram mensagens sociais. Eram alertas de auditoria que eu mesma havia programado para pingar sempre que um nome suspeito tocasse em qualquer uma das nossas contas.
Sentei na cadeira do escritório da cobertura, ainda de pijama de seda, café frio ao lado, e abri a primeira aba. O coração apertou antes mesmo de ler tudo.
Chiara, que chegou aqui dois minutos atrás, entrou sem bater, já com o laptop dela debaixo do braço.
— Achei