O endereço escrito no bilhete de Evelyn me levou até Belgravia, uma das regiões mais antigas e silenciosas de Londres.
As ruas eram simétricas, quase perfeitas, como se tivessem sido desenhadas para esconder algo — e não para guiar.
Cada janela acesa parecia uma vigia.
Cada sombra, uma testemunha.
O número 14 da rua Belgrave Mews era uma casa discreta, fachada branca, portão de ferro e nenhuma campainha.
Empurrei o portão. Ele cedeu com facilidade assustadora.
Não era convite. Era armadilha.
Lá