marcas na carne, sombras na alma.
A floresta sussurrava como uma velha fofoqueira.
Selena sentia os sussurros escorrendo pela nuca enquanto atravessava o bosque denso.
O ritual com Rurik deixara marcas.
Não visíveis, mas táteis.
Como mãos que deslizavam sob a pele dela a cada passo.
Ela precisava de distância.
Espaço para pensar.
Respirar.
Mentira.
Precisava dele.
Do toque. Do cheiro. Da presença que acendia algo proibido entre as pernas e na alma.
Mas pensar era mais seguro do que sentir.
Ela chegou ao círculo das bruxas pouco