A floresta estava viva.
E vigiava.
Selena não sabia dizer se era o Conselho, a alcateia… ou ele.
Mas algo a seguia.
E cada passo adiante parecia levá-la direto para o abismo onde sua vontade seria testada — e possivelmente destruída.
Rurik.
O nome ecoava dentro dela, mesmo quando os lábios não ousavam dizê-lo.
Desde o ritual fracassado, o vínculo só se intensificava.
Ela sentia o calor dele quando fechava os olhos.
Sentia o cheiro — selvagem, metálico, viril.
Sentia… fome.
Não era amor.
Nem car