A fissura abriu como uma boca negra no chão.
A Ira emergiu — não como uma criatura com forma, mas como um peso, uma presença que dobrava o ar e curvava a luz.
Não tinha olhos.
Não tinha rosto.
Mas Lyria sentia que aquilo a observava.
Não com visão.
Com instinto.
Com fome.
Kael tentou se levantar, mancando, ainda tremendo do Julgamento.
— Lyria… por favor… volta.
Essa coisa é feita para matar gente como você.
Ela nem virou para ele.
— Eu não volto.
Não agora.
A Filha Perdida moveu-se como s