O som do salão é uma mistura de jazz ao vivo, risadas falsas, brindes que custam mais que carros e fofocas que poderiam quebrar impérios.
Valentina segura uma taça de champanhe.
Senta numa poltrona dourada, perna cruzada, fenda subindo mais do que a etiqueta permite — e exatamente o quanto ela quer.
Ao lado dela… Victor.
No modo: “Gay bilionário em tour mundial de confusão e deboche.”
— Amor, aquele ali me olhou três vezes. É milionário, né? Porque eu não sento de graça nem em banco de praça. —