Zurique.
Casa Moreau.
00h47.
A lareira ardia na sala.
Victor de roupĂŁo, sentado com Mireille â que fingia que nĂŁo estava fungando entre um gole de chĂĄ e outro.
Leon, encostado na porta, braços cruzados, mas com o maxilar menos travado do que de costume.
Valentina, de pé, perto da janela, mordendo a ponta do dedo, ainda segurando o rastro salgado que Dante trouxe na pele.
No centro, Dante Moreau.
De pé.
Camisa rasgada, corpo com arranhĂ”es ainda Ășmidos de ĂĄgua salgada.
Olhar aceso, mas longe.
Com