Mundo ficciónIniciar sesiónJulian Cazares, un politico prestigioso, hijo de un narcotraficante y jefe del cartel Xibalba cree haber solucionado todos los inconvenientes de su vida, cree tener en sus manos a la mujer de sus sueños, dinero y poder, pero tenerlo todo significa que debera sacrificar algo de gran valor cuando las consecuencias de las muertes que ocasiono y las mentiras que dijo, derrumben la farsa que le ayudo a tenerlo todo.
Leer másCOPYRIGHT © 2023 POR KARYELLE KUHN
Título original: Um Contrato inesperado com o Mafioso.
No livro O Contrato, você encontrará tudo o que precisa para acompanhar a série completa:
Como esse livro: Um Contrato Inesperado Com O Mafioso
E todos os volumes da série reunidos em um único arquivo.
Tudo foi organizado dessa forma para facilitar sua leitura, evitando que você precise procurar cada livro separadamente.
Aproveite essa jornada intensa, envolvente e criada com todo carinho para você. 💛📚✨
Thomas Kuhn
Os gemidos da mulher se tornavam cada vez mais altos e enquanto eu me movia atrás dela e a puxava com força pelo quadril, — ela implorava por mais e suas unhas que mais se pareciam com garras afiadas, afundava no colchão, a ponto de praticamente rasgá-lo.
— Ah! Thomas! — Ela gemeu alto, seu corpo cedendo sobre a cama enquanto eu puxava de vez o seu quadril contra mim, para gozar uma última vez, antes de deixá-la descansar.
Ela grunhiu quando eu saí de dentro dela, tirando a camisinha do meu pau e a jogando fora. Chloe se virou, sorrindo pra mim e abrindo seus braços para que eu me juntasse a ela na cama.
— Isso foi muito bom... — ela murmurou e eu sorri de canto, deslizando meus dedos pelos meus cabelos.
— Eu sei que foi, — falo me sentando na cama e tirando um cigarro da mesinha de cabeceira. O isqueiro dourado com o brasão da família Kuhn, estava esculpido nele e quando apertei para acender o meu cigarro, eu vi Chloé deslizar os dedos pelas minhas costas, me abraçando por trás.
— Sabe Thomas... eu estive pensando sobre tudo isso... e... bom... — ela sorriu, beijando minha nuca, — eu te amo.
Deus.
Amor?
Ela realmente queria falar sobre amor?
Besteira.
Amor era algo que não existia nesse mundo, uma ilusão idiota a qual as pessoas se agarravam por puro desespero e quando se nasce como um Kuhn, você não tem direito a pensar em coisas idiotas como o amor.
—Thomas? — Ela me chamou, quando eu não a respondi, — você não vai dizer nada?
Eu a encarei, meus olhos deslizando pelo corpo nu de Chloe. Um corpo delicado, com curvas voluptuosas e muito sinceramente, o único motivo para ainda me envolver com ela.
Chloe não era uma flor de Lis e muito menos uma das melhores companhias que já tive, mas ela fodia bem, e era obediente. Eu não queria espantá-la, tampouco, pretendia entrar no teatro que ela desejava; aquele onde nós dois estávamos em um relacionamento.
— O que você quer que eu diga? — Perguntei, sem muita emoção impregnada em minha voz, o que nitidamente a incomodou.
— Como assim o quê? Quero que você diga que me ama! — Ela disse me olhando com nítida descrença, — nós estamos juntos a três anos Tommy! Três anos e você nunca disse que me amava!
Sim, porque eu não a amava.
Suspirei.
— Chloe...
— Não me venha com Chloé! — Ela disse parecendo brava demais para algo tão bobo quanto isso, — você sempre age desse jeito! Com esse maldito olhar de superioridade! Como se… como se nada do que eu sinto fosse relevante! Quer saber?! Vai embora daqui! — Ela falou se levantando e começando a catar as minhas roupas que estavam jogadas pelo chão. Roupas que ela mesma tinha jogado, na pressa me deixar completamente nu e me arrastar pra sua cama. — Enquanto você não decidir o que quer, eu não quero te ver mais, Thomas Kuhn!
Ela falou e sem esperar que eu sequer revidasse, jogou as roupas em mim, me expulsando de seu quarto e obviamente, se esquecendo do fato de que ainda frequentávamos a mesma faculdade e consequentemente, iríamos nos ver.
Considerando que Chloé era uma daquelas herdeiras de família rica, era normal esperar que ela tivesse surtos como esses. Ela sempre esperava que as coisas fossem como ela desejava, mas eu não tinha a menor pretensão de mudar a minha vida, e não ia fazer algo pelo simples fato de Chloé querer, muito menos mentir de forma tão descarada, dizendo que amava uma mulher que não passava de uma boa foda pra mim.
Não.
Minha mãe me disse para ser gentil, não um completo mentiroso.
Então, peguei minhas roupas, as vesti e sem olhar para trás, saí dali. O dia já estava claro e eu sabia que isso queria dizer que tinha uma família me esperando pro café da manhã. Um café que eu não poderia evitar, e para o qual, eu não poderia me atrasar.
Meus pais não eram exatamente o protótipo perfeito de casal apaixonado, mas ainda assim, meu pai fazia questão de ter todos na mesa durante o café da manhã. O que de acordo com a minha mãe, era um costume alemão, e essa era só uma das grandes diferenças entre eles, mas talvez fosse normal, porque não se pode esperar muito ao se juntar uma donna italiana, aventureira e cheia de vontade de viver, com um alemão que só pensa em negócios e na honra da família.
Eles eram como água e vinho, — e para mim, eram o melhor exemplo de que eu estava certo: amor não existia e se existia, não era relevante.
— Tommy! Isso são horas? — Minha mãe me chamou atenção, assim que pisei em nossa sala e eu sorri, me aproximando dela e depositando um beijo em sua bochecha.
— Você está linda hoje, sabia?
Ela me fuzilou com os olhos.
— Acha que vai me ganhar com esses elogios? Seu pestinha… — murmurou, — seu pai vai ficar furioso se chegar e não te achar em casa.
Sibilei.
— Ele sabe que eu sou um homem solteiro, não sabe?
Minha mãe suspirou, e enquanto nós dois andávamos até a mesa do café, — que obviamente tinha sido posta na sala com vista para o jardim, como sempre, já preparada e com Pietro a nossa espera.
— Querido, você sabe que o seu pai não pensa assim, ele espera que esse noivado entre você e Bella McNight aconteça o mais rápido possível, principalmente agora, que ela acabou de fazer dezoito anos, ela disse, - e esse assunto me fazia enrugar a testa de frustração.
Eu não tinha nada contra o fato de ser o herdeiro dos Kuhn, muito menos sobre toda a responsabilidade que assumi desde os dezesseis anos, mas ser forçado a me casar com a filha do nosso inimigo e ainda menor de idade, pelo simples fato da família precisar estabelecer seu poder na Itália, era ridículo. O casamento dos meus pais, tinha sido uma tentativa óbvia de trazer a família Kuhn e seus negócios para Roma, mas… italianos não respeitavam alemães como respeitavam italianos.
—Koíta mamá—dijo la voz de una pequeña. Su cabello era castaño y ondulado, tenía unos preciosos ojos marrones y su piel lucia un hermoso bronceado, prueba de que vivía en una hermosa zona cerca de una playa a las orillas de Creta, Grecia.Estaba muy interesada en comer un cono de helado de fresa que le había visto a un niño a lo lejos y es que si de algo se conocía el helado griego, era por su exceso de azúcar que a los niños les fascinaba y los volvía adictos a su sabor.—Thélo—dijo haciendo pucheros con sus labios expresándose en el idioma local, pero su madre le negó con la cabeza, puesto que no habían comido y el cono griego podían matarle el hambre, era tan solo una pequeña que estaba por cumplir los dos años por lo que un helado era mucho para ella.La tomo de la palma de la mano y ambas caminaron siguiendo su camino, pero la niña siguió observando al hombre que vendía helado por montón, quería, pero en su naturaleza no estaba el hacer berrinche, en Creta jamás había visto a ni
Julián salió del sitio con una cosa en mente, salvar a Camila, pero justo al abrir la puerta, lo primero que vio fue el rostro de Angélica, no la odiaba, por supuesto, pero el cómo se comportaba con él, era exasperante. Ella sonrió al verlo y se apresuró a ir a su lado, no solo para darle mimos y felicitarlo por haber logrado su objetivo, sino también para preguntarle si había disfrutado asesinar a Francisco, aunque aquello le había parecido muy rápido, ella esperaba que la tortura se llevara a cabo; sin embargo, no fue así. Cuando ella se aproximó y lo toco, Julián torció los labios instintivamente, pero intento ignorarla y comenzó a caminar, sin dar explicaciones, solo avanzo por el pasillo con la intención de irse de ahí. Tanto Angélica como sus hombres, lo miraron alejarse con prisa, eso le llamo la atención por lo que corrió para intentar detenerlo y pedirle alguna explicación del porqué parecía estar enfadado. —Espera—alzo la voz, pero lo único que logro fue que él apresurara e
Francisco vio con satisfacción como aquella figura caía al suelo en medio de la oscuridad y posteriormente el peso de su cuerpo lo hizo chocar contra el suelo, por un breve instante se sintió aliviano y libre, no podía creer que había vencido a Julián o mejor dicho a Juliano Salazar.Las manos le temblaban y el corazón le latía a mil por hora, se sentía extraño, pero entre esa mezcla de emociones en su interior no sintió culpa y mucho menos remordimiento, quería saltar de alegría o incluso gritar, pero algo en su interior le advertía que no debia fiarse, no cuando los hombres de Julián podían entrar en cualquier momento a verificar que había sucedido después de aquel único disparo.Camino, esta vez ya sin ninguna precaución, pero al llegar, la oscuridad no le permitió ver con claridad el rostro de aquel que había caído, por lo que se inclinó un poco sobre suelo y lo que vio lo dejo perplejo, sintió un escalofrío que comenzó a recorrer su cuerpo, era una sensación que erizaba su piel y
Francisco retuvo el aliento cuando dejo de escuchar los pasos de Julián, si en realidad él era Juliano Salazar, estaba en un gran problema, porque en comparación con él, Francisco no podía ganar, Julián era el hijo de un narco y él solo era un político corrupto que bien o mal había tocado muy pocas veces un arma, por supuesto, solo para tomarse alguna fotografía con algún equipo táctico que el gobierno había adquirido para la policía o el ejército.Estaba perdido, pero su orgullo y por su puesto su rencor lo mantenían en pie y con esperanza de sobrevivir, tan solo debia tener buen pulso para poder darle a su cabeza, pero sus manos temblaban de miedo mientras que las de Julián sostenían el arma con firmeza.—Sabes, antes de que publicaras esa estúpida fotografía, estaba pensando en renunciar, por un breve instante comencé a creer que la política no era lo mío—revelo Julián pensando en lo que Camila le había dicho, iba a ser padre y aunque por su cabeza pasaron mil y un pensamientos, su
Último capítulo