89. Celebração silenciosa
O apartamento de Rafael era iluminado por luzes baixas e discretas, que contrastavam com a grandiosidade do edifício. Do lado de fora, a cidade fervilhava com seus ruídos noturnos, buzinas espaçadas, vozes perdidas na calçada. Mas ali dentro, havia uma bolha de silêncio confortável.
Isabela sentou-se à mesa de madeira clara, observando os detalhes ao redor. O ambiente não era exatamente o que ela imaginava para um CEO. Sem ostentação, sem quadros assinados nem esculturas de gosto duvidoso. Ape