135. Medo de fracassar
A noite tinha caído silenciosa sobre São Paulo, mas a mente de Isabela Duarte estava longe de encontrar descanso. O apartamento estava às escuras, salvo pela luz branda do abajur da sala, onde ela se sentava enrolada em uma manta leve, com os joelhos puxados contra o peito. O laptop ainda estava aberto sobre a mesinha de centro, exalando resquícios da última videoconferência.
Na tela, os rostos das lideranças internacionais haviam desaparecido horas atrás, mas as palavras continuavam ecoando.