A luz da manhã filtrava-se preguiçosa pelas cortinas da cozinha, preenchendo o ambiente com aquele tom dourado que só os inícios de dia carregam. Eu estava de pé, descalça, vestida com uma camisola de seda e um robe leve, mexendo o café com a colherzinha prateada. Ao meu lado, uma bandeja com croissants quentinhos, pães de queijo um capricho mineiro que minha cozinha insistia em manter na despensa, frutas cortadas e um pote de geleia artesanal que Dona Gema preparava com perfeição. Mesmo sendo