O portão da mansão D’Ambrosio abriu antes mesmo que eu reduzisse a velocidade. Dois seguranças armados me aguardavam na entrada, e o brilho frio das lanternas refletia nos uniformes impecáveis. Assim que atravessei o pátio, percebi que havia movimento demais para aquela hora da noite. Carros estacionados de forma apressada, portas abertas, vozes rápidas trocando informações a casa parecia um centro de comando.
Quando estacionei, Eleonora já estava na porta. Ela vestia um robe de seda preta sobr