O motor do carro rugia contra a madrugada silenciosa, como se cada giro fosse uma batida acelerada do meu coração. A estrada para San Pietro se estendia à minha frente, deserta, iluminada apenas pelos faróis. O céu estava carregado de nuvens, um manto pesado que parecia querer sufocar a noite.
Marco ia ao meu lado, atento, o olhar fixo na tela do tablet que recebia informações em tempo real das equipes espalhadas pela região.
— O galpão de San Pietro é o mais promissor — disse ele, a voz firme