Mundo de ficçãoIniciar sessão"Vendemos Divorcios" Após ter sido divorciada pela terceira vez pelo seu marido, a única opção que o Islã permite é casar-se com outro homem e depois se divorciar deste para poder voltar ao seu antigo marido. Elias estava no negócio de vender divórcios para mulheres que queriam reatar com seus ex-maridos. Mas para Elias, Fátima tornou-se mais do que um negócio! #Divorcio #Segundocasamento #Badboy #Filhademagnata #homemmanipulador #Amoraposocasamento #segundocasamento #amorpuro
Ler maisElias estava encostado na parede com a cabeça baixa; afastara-se do acampamento na esperança de encontrar algum sossego, mas esse não demorou muito. Sussurros indiscretos atrás de si podiam ser ouvidos. Olhou para cima e viu duas meninas que se penduravam no muro, o observando. Como chegaram ali em cima, só Deus sabe; provavelmente pela árvore encostada à mesma parede.— Olá! — disse uma delas, olhando para ele cheia de atitude.— Oi! — Elias sorriu amigavelmente. Sua barba já tomava grande proporção no rosto, e o cabelo não estava mais tão bem cuidado. As longas horas de trabalho se refletiam nas olheiras profundas. Ainda assim, a simpatia e paciência não esvaneciam. — O que fazem aqui? — perguntou.— Brincar! — respondeu a menina, como se fosse óbvio. — E tu, o que fazes aqui?— Estavas a chorar? — perguntou a segunda, sem nenhuma discrição. Elias pôs as mãos na cintura e olhou para as duas intrometidas, que apenas imitavam sua expressão facial.— Nunca ouviu falar que homem não cho
Fátima olhava as correspondências que chegaram e escolhia as mais importantes entre elas para abrir de imediato. No mesmo minuto a campainha toca, anunciando um entregador. Ela recebeu um bouquet de rosas vermelhas enormes, cheirosas e luxuosas. O segundo bouquet era um cesto de girassóis. Sua atenção foi levada para o bouquet. Ela tinha a intrigante suspeita de que aquelas flores vinham de Elias. Ele e o único que, por alguma razão, sempre a oferecia girassóis. Seu coração disparou quando viu uma carta. Ela não parou para pensar por que tão antiquado assim, por que não um e-mail ou mensagem; ela não o bloqueou. Abriu e tirou uma folha escrita a mão, junto dela o cheque que ela havia deixado na sua mesa antes de sair.”Da casca saiu uma borboleta.Linda de se ver.Difícil de se pegar.– E.”Fátima sorriu com os olhos cheios de lágrima, bem se lembra quando estavam na cozinha da primeira vez Selsebil o conheceu. Ela se recorda do quão debochado ele foi, só lhe traz uma alegria inexplic
Eram exatamente 10h30 quando Elias bateu à porta da senhora Marzalla. Era a funcionária que tratava do seu visto há já dois anos e que conduzia as entrevistas sempre que precisava renovar.— SenhorElias. — Ela sorriu. — Bom te ver mais uma vez. — Apertaram as mãos e ela acenou para que ele se sentasse. — Só espero que não seja a última vez. — frisou.— Não tem de ser. — Elias sorriu, simpático.— Então me diga, quais são os teus planos futuros? — A senhora Marzalla perguntou, inclinando-se na cadeira, num tom descontraído, como se fosse uma conversa informal, e assim seria. Como sempre, deixavasse levar na conversa dele. Mas naquele dia, Elias estava diferente.— Nos últimos tempos, muita coisa mudou à minha volta. As minhas experiências e as pessoas que me rodeiam. Apercebi-me de que a minha vida passava diante dos meus olhos e se escapava, enquanto eu não fazia nada mais do que lamentar. — A senhora abanou a cabeça, observando-o atentamente, mostrando seu interesse através do olhar a
Os retratos falados dos dois meliantes já se encontravam espalhados por todos os lados, em todas as estações, e passavam na televisão. A polícia de trânsito já havia sido informada, e o carro que Yahya usava estava a ser rastreado.Ao menos, Fátima estava tranquila com o carro da polícia que vigiava em frente ao seu prédio, caso ele voltasse. Sabia que, antes de ele entrar, seria apanhado, e não tinha do que temer.Mas mesmo depois de se livrar dos piores dos homens, das piores amizades e do pior dos hábitos, de se contentar com tão pouco, ela não se sentia preenchida. Parecia que ainda não havia alcançado nada. Estava no escritório com o contrato de casamento com Elias na mão, e precisava destruí-lo. Sentou-se na cadeira e pegou o cinzeiro que Yahya usava para fumar os seus charutos cubanos da mais alta qualidade. Rasgou o documento em pedaços e, com o isqueiro, deixou que queimassem dentro do cinzeiro, enquanto observava.Depois, veio o contrato de sigilo. Nunca havia prestado atençã










Último capítulo