Naquela manhã, quando cheguei à empresa, a primeira coisa que fiz foi chamar Go-eun até minha sala. A noite mal dormida me deixara com os nervos à flor da pele, e eu ainda não conseguia tirar da cabeça as perguntas sem resposta em torno do assassinato dos pais de Soo-ah e do seu tio.
Quando Go-eun entrou, percebi o leve tremor em sua expressão.
— Que foi? Fiz alguma coisa de errado? — ela perguntou, franzindo a testa.
— Não sei. Depende do que você vai me responder. — disse, tentando manter a c