Assim que os pés de Gael tocaram a calçada colorida do parque, ele disparou na frente, os olhos arregalados, as mãos voando como asas de tanto apontar tudo ao redor. Elize segurou sua mão rapidamente, puxando a criança de volta com um sorriso paciente — o tipo de sorriso que Arthur já começava a perceber que só mães sabiam dar.
— Por onde a gente começa? — perguntou Arthur, já se contagiando com a empolgação do pequeno.
— Eu ouvi xícaras! — Gael respondeu, puxando os dois quase sem fôlego.