A quinta-feira parecia prometer um pouco de normalidade. O susto do assalto já tinha sido digerido, a rotina retomava o curso — e Elize fazia questão de manter a pose de que tudo estava sob controle. Estava até sorridente ao atravessar o hall para pegar o elevador até o escritório.
Mas, claro, o destino adora um teatrinho.
A porta do elevador já estava quase fechando quando ela apressou os passos. Só que não foi rápida o suficiente. Suspirou. Ia ter que esperar o próximo.
Até que uma mão fir