Meu celular vibrou no fundo da bolsa. Eu estava no meio de uma pilha de anotações, tentando dar forma a um relatório que precisava entregar até a manhã seguinte, quando o nome da Sophie piscou na tela. Suspirei, já prevendo alguma tempestade social que ela esperava que eu resolvesse.
— Oi, Soph. — atendi, apoiando o queixo na mão. — Tudo bem? Em que posso ajuda-la?
A risada dela atravessou a linha, leve demais para o peso que eu carregava.
— Sempre direta. Mas prometo que é por uma boa causa. P