Não lembro a última vez em que um quarto pareceu tão silencioso.
O som da chuva, que ainda caía lá fora, era um lembrete distante de que o mundo seguia, indiferente ao caos que havia me atravessado. Mas dentro daquele quarto… tudo estava quieto.
Tessa dormia.
Ela estava deitada em meus braços, o rosto apoiado no meu peito, respirando de forma leve, como se finalmente tivesse encontrado descanso.
O peso do corpo dela era quase nada, mas a presença, essa sim, era esmagadora.
Eu a observava em sil