Era fácil irritar Tessa Grant. Bastava um sorriso de canto, uma provocação bem colocada e pronto, ela se armava como se estivesse prestes a ir para uma guerra. Mas o que me intrigava não era a sua raiva. Era o que havia por trás dela. Havia uma profundeza em seus olhos que me fazia perder o folego.
Na cafeteria, quando segurei o braço dela, senti de novo. Aquele arrepio involuntário, a respiração presa, os olhos escuros faiscando em desafio. E, por um instante, eu tive certeza: já h