O som da porta sendo arrombada ainda ecoava quando Helena viu Victor parado na entrada do apartamento. A arma em sua mão parecia pequena demais para o tamanho da ameaça que ele representava. Mas o sorriso — aquele sorriso — era o que realmente congelava o sangue.
Ela não gritou. Não se moveu. Apenas o encarou, tentando entender se aquilo era real ou um pesadelo que havia escapado do sono.
— Você está mais calma do que eu esperava — disse ele, entrando com passos lentos, como se estivesse em cas