O céu estava nublado naquela manhã, mas não chovia. Era como se até o tempo estivesse esperando, suspenso, em silêncio, por aquele momento tão aguardado. A varanda estava limpa, a nova parte da casa cheirava a tinta fresca e bolo de fubá, e Manu havia arrumado os brinquedos “mais legais” na beiradinha do quarto novo.
— Ele vai gostar? — perguntou ela, com os olhos brilhando.
— Ele vai se apaixonar — disse Lívia, beijando sua testa.
Rafael estava inquieto. Tinha passado a noite anterior varando