casa azul estava em festa.
Na varanda, balões dançavam com o vento, e o cheiro de bolo de chocolate se misturava ao perfume das flores recém-colhidas do jardim. Era o aniversário de Manu, e tudo parecia mais vivo, mais cheio de cor. Como se a própria casa soubesse que havia motivos para sorrir.
Rafael ajeitava os últimos detalhes na decoração, tentando prender uma faixa com letras tortas que dizia “Feliz Vida, Manu!” enquanto a fita adesiva insistia em não colaborar. Sol, o cachorro, latiu como