Ana
Lex seu desgraçado!- pensei enquanto apertava as pernas cruzadas, lutando com o meu corpo para não deixar elas abrirem pra ele, mais o meio delas já estava quente e deslizando gritando por uma única coisa.
Ele se inclinou devagar, o rosto perto demais, como se testasse a distância mínima entre provocação e pecado.
—Aposto que você não percebe metade do que provoca, Ana. Mas eu percebo. Cada gesto seu. Cada mordida no lábio. Cada vez que cruza as pernas.
—Não tô provocando nada.
—Não minta