Mundo ficciónIniciar sesiónJosellyn, uma jovem prestes a concluir o ensino médio, sempre teve uma vida tranquila, marcada pelas responsabilidades de estudar, cuidar da casa e lidar com as provocações de uma colega. Criada apenas pelo pai, ela está acostumada com a rotina simples e solitária. Mas tudo muda quando seu pai aparece com uma novidade inesperada: ele vai se casar, e Josellyn ganhará, além de uma madrasta, quatro irresistíveis e enigmáticos "irmãos". De repente, sua vida vira de cabeça para baixo. Depois de crescer sem uma figura materna e sofrer bullying na escola, Josellyn precisa se adaptar à nova realidade e conviver com esses quatro homens intrigantes. Entre tensões familiares e novas descobertas, a jovem começa a perceber que sua conexão com eles pode ir além dos laços fraternais. Em meio a tantas reviravoltas, a pergunta que fica no ar é: como será que ela vai lidar com os sentimentos intensos que começam a surgir?
Leer másJOSELLYN
Oi, o meu nome é Josellyn, tenho 17 anos e ainda estou no ensino médio. Sou uma garota baixa, tenho apenas 1,50 de altura, e sofro muito bullying por conta disso. Eu sou filha única e não conheci minha mãe. Infelizmente, ela faleceu quando eu nasci e, desde então, a vida tem sido entre mim e meu pai, Maxwell. Faz pouco mais de 3 anos que nos mudamos para São Paulo, e eu até que gosto bastante. Morávamos em uma cidade pequena em Miami, mas meu pai estava mal por perder sua empresa e ficamos por um bom tempo em dificuldade. Quando ele finalmente recebeu uma proposta para fazer parte de uma grande subsidiária, onde ele seria quem iria comandar tudo, as coisas começaram a mudar para melhor. Só que ele teria que se mudar para a cidade onde estava a matriz, e descobriu que seria em São Paulo. Era longe de casa, seria uma mudança e tanto morar em outro país, mas estávamos mal onde estávamos, as contas aumentando e a hipoteca da casa estava atrasada. Eles ofereceram 30 mil de salário inicial por mês, com todos os benefícios, carro zero e uma casa quitada no valor de 500 mil no bairro que ele quisesse, ambos no nome dele. Sem contar que, mesmo que ele não estivesse em solo americano, disseram que o salário seria pago em dólar; era maravilhoso. Então, depois de perguntar o que eu achava, ele aceitou a proposta. E cá estamos nós; fazem 3 anos já. Estamos muito bem, graças a Deus, e estamos a viver em paz. Pena que a casa é enorme e só tem eu e o meu pai. Ele sempre foi sozinho, desde que me entendo por gente. Eu sempre fui feliz com ele, mas eu de verdade sinto falta de ter uma mãe. Eu só conheço a minha por fotos antigas e gostaria de ter uma mãe para que eu pudesse abraçá-la e beijá-la. O meu pai é maravilhoso e sempre supre as minhas necessidades, mas eu sinto que uma mãe faz tanta falta. Como quando eu fiquei menstruada pela primeira vez, aos 12 anos... o meu pai entrou em pânico, achando que eu estava tendo uma hemorragia, ou quando eu passei a gostar do meu amigo na época do ensino fundamental. Às vezes, eu tenho vontade de contar as coisas para ela ou pedir conselhos que somente uma mãe poderia me dar. Converso com a foto dela que guardo no meu diário, mas não é como se ela fosse me responder. A minha vida tem sido bem normal, entre estudar, sair às vezes com as amigas ou ficar cuidando da casa, que é enorme. Papai queria contratar uma empregada, mas eu não quis. Eu sempre tive o hábito de cuidar da casa. Se eu não tivesse o que fazer, eu ficaria louca, e não adiantaria contratar alguém, já que eu faria todo o serviço. O meu aniversário está chegando, e eu não sou muito adepta a ter festas, nem gosto de surpresas. Eu não tenho namorado. Na realidade, eu nunca namorei, então eu gostaria demais de um dia encontrar o amor... tipo aqueles que vejo nos doramas que eu assisto. Isso pode mesmo ser um tanto impossível. Acordo de manhã para fazer o café do papai. Ele vai sair cedo, como sempre, e eu gostaria que ele se alimentasse muito bem. Quando chego no seu quarto para avisá-lo, ele não está e sua cama está feita. – Estranho, será que ele não voltou ontem para casa? Fui dormir e ele ainda não havia chegado. Pode ser que não tenha nem vindo. Ultimamente, parece que mal nos vemos. Esqueço os pensamentos; depois, ele vai me dizer, certamente. Eu tenho que me apressar e cuidar das coisas; eu tenho que terminar de organizar a cozinha e me arrumar para ir para a escola. Depois de tudo pronto, eu vou para o ponto de ônibus e pego para ir embora. Não demora muito para chegar na escola e logo encontro os meus dois melhores amigos, Francielle e Christopher. – Oi, Jô, como foi a sua noite? Você não apareceu no grupo. – disse Francielle. – Ah, desculpa, Fran. Eu sei que você me espera para batermos aquele papo, mas eu simplesmente estava muito cansada após fazer tudo que tinha pendente e os deveres que deixei acumular. Acabei adormecendo. – Como você tá, Jô? Eu te trouxe suco de caqui com água de coco, seu preferido. – disse Christopher, me entregando o suco. – Haaa, Chris, você é mesmo o melhor, muito obrigada. E, respondendo-te, eu tô bem, só ainda um pouco cansada. – aproximo-me dele e dou um beijo na sua bochecha. Acho que ele ficou um pouco vermelhinho. Que fofo! Caminhamos até a nossa sala para a aula, e tudo estaria perfeito se não fosse a vaca da Cláudia. Ela adora me importunar; isso é mesmo um saco. – E aí, meio metro, mas que cara de acabada! Você passou a noite na farra? A sua mãe não se importa com isso? Ah, é, esqueci: você não tem uma! Hahahaha! – Sua vaca! Pode me importunar, mas deixa a minha mãe fora disso, ou eu vou fazer você calar a boca! – Ai, que medinho dela! Vai fazer o quê, meio metro? Morder a minha canela? O riso pela piada de Cláudia pôde ser ouvido à distância. A raiva foi mais forte que eu, e não vi mais nada na minha frente. Dei um soco no nariz da Cláudia, quebrando-o na mesma hora. Em seguida, dei uma bofetada, e depois outra, e outra. Não conseguia mais me controlar, e nem mesmo os meus amigos conseguiam me segurar. Os risos agora haviam cessado e se transformado em sussurros de surpresa, até que, não sei de onde, apareceu um rapaz e me segurou facilmente. Eu me solt ei e, na mesma hora, dei um soco no queixo dele. Ele ficou surpreso com tudo, mas logo voltou a si, pois a coordenação da escola apareceu, levando nós duas para a diretoria. ALEXANDER Estava indo levar o meu primo para a escola, já que ele dormiu lá em casa hoje. Faz tempo que não entro numa escola e, como estava de bobeira, resolvi levá-lo lá para pegar a documentação dele. Esperei por ele próximo a uma sala de aula; estava distraído quando senti um perfume ótimo e dei uma olhada para saber de quem era. Era uma moça linda, pequena, toda meiga, o corpo maravilhoso, cabelo que batia na bunda, num tom de preto muito brilhante. Nossa, mas que gata! Ela estava sorrindo para o amigo, que, pelo que vejo, é a fim dela. E que sorriso lindo! Não sei por que, mas fiquei com inveja dele só por estar perto dela. Estava admirando a sua beleza e corpo maravilhosos quando uma garota alta e meio esquisita se aproximou dela. Era um insulto atrás do outro, e a garota estava visivelmente com raiva, se controlando para não bater na outra. Quando parecia que ia acabar, a outra a insultou mais uma vez. Não deu tempo nem de ver o que se passava. Aquela gatinha deu um soco certeiro no nariz da outra. Deu para ouvir o nariz se quebrando daqui. Ela continuou a bater sem parar, descontrolada. Eu sabia que poderia me arrepender disso, mas fui até ela e a segurei. Estando tão perto dela, pude ter noção de quão pequena ela é e cheirosa demais. Segurei o seu corpo perto do meu por um momento. Porém, ela se soltou e virou, me dando um tremendo soco. E nossa, ela é pequena, mas o soco dela é forte! Mas que gatinha mais marrentinha. Em seguida, chegaram várias pessoas, e elas foram levadas provavelmente para a direção. Nossa, que menina linda! Quando ela me bateu, fiquei sem reação. Ela me olhou. Os seus olhos mostravam como estava brava... lindos olhos, de um cinza tão claro que me lembravam o Monte Everest, dois icebergs. Demorou pouco e o meu primo voltou para que fôssemos embora. Queria poder vê-la novamente antes de ir, mas não tive sorte. Chegando em casa, os meus três irmãos estavam lá. Eles me olharam e começaram a rir de mim. Acho que a marca do soco daquela delicinha está começando a aparecer. – Eita, cara, o que houve aí? Deu de cara na porta de novo? Hahaha! – Hahaha, muito engraçado! Que nada, cara, isso aqui é a marca de uma gata selvagem. – Acho que você tá variando, cara. Gatas arranham, e isso aí está longe de ser um arranhão. – Então... o que quero dizer é que era uma gatinha de duas pernas, assim, pequena, sabe? Não passa de 1,60, tenho certeza. Cabelo preto brilhante, corpo escultural e olhos brancos como o gelo. E nossa, ela é pequena, mas o soco dela é forte. Uma mini vampirinha! Os meus irmãos ficaram parados por um tempo, me olhando e me enchendo o saco, dizendo que passei da idade para fantasiar com colegiais e que lá provavelmente não teria uma menina tão gata assim, além de que ela provavelmente também era menor de idade. Eu também jamais a veria novamente, mas ela iria estar nos meus sonhos durante muito tempo, tenho certeza disso. Sempre que eu pensava naquele corpo, eu sentia uma excitação fora de série.NARRADOR FALANDOEntre estudar, cuidar de casa, do marido e dos filhos, Josellyn finalmente conseguiu se formar, mesmo que ela estivesse apreensiva, por não saber se conseguiria emprego na área. Não se sabe como, mas ela conseguiu ser designada para a mesma delegacia que o delegado Wesley, assim como a Francielle que como sempre estava ao seu lado, e agora bem perto do agora noivo dela. Dominic não demorou muito para pedi-la em casamento, o dia em que passaram juntos, foi como o paraíso, ambos combinaram de se casar após a formatura, mas ambos foram imprudentes e Francielle estava agora grávida do seu primeiro bebê. Acontece que Dominic exagera na proteção, assim como os rapazes faziam com Josellyn... é bem complicado, ele sempre tenta evitar que ela saia em algumas diligências, mas ela sempre passa a perna nele. Assim como Wesley e Dominic, Fran e Josellyn se tornaram parceiras não só na vida, mas no trabalho também. Confesso que o treinamento não foi nada fácil, mas estar hoje atuan
FRANCIELLE Eu estava chupando um homem pela primeira vez na vida, não sabia bem o que fazer, mas do jeito que ele gemia e segurava meu cabelo eu estava fazendo tudo certo.- Vai gostosa! Não para. Chupa gostoso o pau do seu homem chupa. - ele falava e isso me deixava mais e mais molhada.Continuei minhas investidas sem parar, às vezes ele me conduzia. Ele era enorme mas eu estava adorando, ele era muito gostoso. Em um dado momento eu comecei a sentir o pau dele pulsando cada vez mais em minha boca, ele gemia sem parar e quando olhei em seus olhos ele estava com um olhar de luxúria que só me motivava ainda mais. Ele sorriu para mim e tocou meu rosto, me puxando para um beijo, claro que eu continuei masturbando ele lentamente, já que eu estava com a mão naquela coisa gostosa que ele tinha escondido esse tempo todo. - Você é uma delícia sabia Sargento? - falei entre um beijo e outro.- Você está me deixando louco amor, e você é minha gostosa. - ele respondeu ofegante.- Amorzinho, eu t
DOMINICEnquanto eu dirigia para casa, me perguntava como eu faria para conversar com a Fran, eu não queria que ela ficasse chateada comigo, eu queria que ficássemos bem, eu não queria trazer a merda que foi o meu antigo relacionamento para nos atrapalhar. Ela estava quieta demais, um contraste estranho com o jeito dela todos os dias, sempre falando sobre tudo, comentando do dia e perguntando como foi o meu. Essa indiferença dela estava me deixando louco, machucando o meu coração. Ela se movimenta no banco do carona, tirando um espelho da bolsa e se olhando, tocando os cantos da boca como se tirasse o batom borrado, retoca o batom, esfrega os lábios um no outro e faz um pequeno bico para o espelho. Aperto o volante em reflexo, estou de olho na estrada mas não perco nenhum movimento que ela faz, seus lábios estão tão lindos e eu não a beijo desde aquele bendito desentendimento, estou morrendo de vontade de beijá-la, sentir o gosto da sua boca, tocar a sua língua com a minha. Saio do m
FRANCIELLEEstava na casa da Jô quando a minha mãe ligou dizendo que tinha um jantar em casa e que queria minha presença, eu sabia que ela só podia estar tramando alguma coisa. Não demorou muito para que ela me dissesse que havia o filho de um amigo do papai que era bonito e muito bem-apessoado. Eu havia discutido com o Dominic e sei que ele ouviu tudo porque estava ao meu lado no momento da ligação. Tudo que eu não precisava era mais uma das tentativas da mamãe de arrumar um marido para mim. Foi pensando nisso que eu decidi que levaria o Dom para o jantar e lá a mamãe, papai e todos presentes saberiam que tenho namorado. Ela pode se espantar, mas não tem problema. Eu estava pensando no momento certo e já que ela quer me arrumar um marido, não existe momento melhor que este, afinal a ordem dos fatores não altera o resultado.- Bom... você tem um terno?- O que? - perguntou ele confuso.- Eu perguntei se você tem um terno. - repeti minha pergunta.- Sim claro, mas...- Então se prepare
JOSELLYNAs emoções ultimamente foram tantas que eu nem sei em qual delas focar primeiro. Primeiro tem a entrevista, que foi um sucesso, depois de ler tudo o que escreveram e ver a repercussão eu pude respirar aliviada, os rapazes foram perfeitos e as pessoas estavam todas falando que eu era uma guerreira por ter passado por tudo o que passei e continuar sorrindo e me dedicando à família. Claro que várias meninas não perderam a chance de dizer que eu era uma sortuda por estar com quatro dos homens mais cobiçados de São Paulo e confesso que eu também pensava assim. Por conta da minha entrevista, eu fui convidada para vários programas de televisão, inclusive eu tive a oportunidade de escrever minha biografia, contando como foi a minha experiência desde a época em que morava em Miami para o presente.Com relação ao batizado, finalmente depois de muito conversarmos decidimos o nome das crianças que faltavam, eu havia escolhido Aurora para uma das meninas e um dos meninos levaria o nome do
MAIZON CLIFFORD Estava deitado tranquilo em minha cama na maldita cela, já estou aqui há dias e a cada dia que passa minha paciência vai mais e mais para o ralo. Eu não posso sair daqui porque o maldito juiz não me deu chance de recorrer da decisão. Eu nem tentei subornar aquele imbecil, eu estava certo de que sairia dessa, mas olha onde eu vim parar: Em uma maldita cela xexelenta e minúscula, e ainda fico impedido de sair daqui para os famosos banhos de sol porque espalharam pra todos que eu estuprei uma mulher. Não sei até quando eu vou aguentar ficar aqui nessa imundície, não consigo ficar 40 anos nessa merda, eu sou Maizon Clifford, sou melhor que esse bando de primatas imundos.Quando dá por volta de 14 horas, escuto o carcereiro passando na minha cela perguntando se eu quero ir para o banho de sol, todos os dias ele fez isso durante os quase cinco meses que eu estou aqui. Eu sempre recuso, claro, lá fora eu estarei desprotegido, todos os estupradores que têm aqui em celas vizin
Último capítulo