A sala onde o encontro ia decorrer era simples, discreta. Clara tinha arranjado o espaço através de uma amiga numa ONG de apoio à vítima. As janelas estavam tapadas com cortinas grossas, e na porta de entrada havia um segurança de confiança. Tudo tinha sido preparado com cuidado.
Mel respirou fundo antes de entrar. O calor no peito era uma mistura de nervosismo e responsabilidade. Aquela seria a primeira vez que reunia presencialmente algumas das mulheres que a tinham procurado desde a denúncia