As histórias não deixavam a Constela quando os autores iam embora.
Ficavam.
Nos cadernos, nos murais, nas xícaras com chá esquecido.
Ficavam nas conversas não ditas entre um e-mail e outro.
Ficavam no peito de cada um da equipe, como semente que insiste em germinar.
E, aos poucos, começaram a pesar.
Mariana foi a primeira a sentir.
Começou a ter dificuldade de dormir depois da história da Dona Benedita.
Não por causa do que ouvira — mas por tudo que isso revirava nela.
— Eu fico pensando… — dis