Quando Aurora voltou ao Brasil, encontrou a sede da Constela diferente.
Havia flores novas no jardim.
Havia uma fila de caixas de livros recém-chegados da gráfica.
Havia vozes animadas nos corredores e reuniões improvisadas nos sofás da recepção.
Mas o que mais chamou atenção foi o mural da entrada.
Lá, entre fotos e frases que celebravam projetos passados, havia uma folha nova, pendurada por Mariana:
*“O crescimento é uma estrada.
Mas quem esquece o caminho… vira só mais um endereço.”*
Aurora