Na manhã seguinte, Helena acordou cedo, apesar das poucas horas de sono. A noite anterior tinha sido intensa, carregada de tensão, provocações e lembranças que ela preferia manter trancadas no fundo da mente. Mas não mais. Agora, ela estava decidida. Ninguém mais a derrubaria.
Ela se olhou no espelho. Seus olhos, antes marcados pela dor e insegurança, agora refletiam algo que até ela desconhecia em si: força. Uma mulher nova. Uma mulher que aprendeu, na dor, a ser imbatível.
Pegou o telefone e