O sábado amanheceu com um céu limpo demais, quase insolente. Isadora abriu os olhos antes que o relógio marcasse sete. A luz entrava pela janela da pensão e iluminava o envelope guardado na mesa de cabeceira. “Nos vemos sábado”. Aquela frase ecoava em cada músculo do corpo dela desde que a lera. Hoje, finalmente, o sentido dela se revelaria.
Levantou-se devagar, tentando manter o controle da respiração. Havia um misto de medo e determinação em cada gesto. Vestiu a blusa branca simples que escol