Ozil
A água quente ainda escorria por nossas peles enquanto ela se apoiava em meu peito, ofegante, com o corpo colado ao meu. O vapor do banho nublava o vidro do box, mas nada nublava a certeza que eu tinha naquele momento: Alana era minha. Por completo. Pela primeira vez, sem barreiras, sem desculpas, sem “mas” nem culpas. Ela tinha voltado para mim, não que ela alguma vez tivesse sido minha , mas que era um começo, mesmo depois de tudo. E eu não pretendia soltá-la tão cedo.
Meus dedos acar