(ALANA)
Eu mal conseguia respirar. A dor no peito era quase física, esmagadora. Minha mente era um turbilhão de pensamentos desconexos — medo, raiva, angústia. Ao meu lado, Ozil segurava minha mão com firmeza. Seu toque era o único fio de realidade ao qual eu ainda me agarrava.
— Vai ficar tudo bem, Alana — ele murmurou, apertando meus dedos como quem segura alguém prestes a cair. — Eu estou com você.
Assenti, sentindo o nó na garganta crescer até quase me sufocar. Meu pai... o líder dos M