As horas seguintes ao despertar de Isabella passaram em um turbilhão de emoções que eu não sabia nomear. Ela oscilava entre a lucidez e o desespero. Choro. Silêncio. Esperança. E aquele maldito bip constante da máquina marcando o ritmo da sua fragilidade.
Eu estava ao lado dela quando a enfermeira explicou calmamente que ela ainda não podia mexer os braços.
— Vai voltar? — ela perguntou, com voz de criança ferida.
— Ainda não sabemos, querida. Cada corpo responde de um jeito.
Isabella virou