A respiração dele era um som antinatural naquele ambiente. Um som esquecido pela história. JK-20 estava imóvel. Não por medo. Não por fraqueza. Mas por um impulso primal. Instintivo. Algo que ela nunca sentiu antes. Algo que nenhuma codificação, nenhuma engenharia, nenhum algoritmo jamais poderia traduzir.
Ele estava ali.
De pé. Nu. Respirando.
E era... ‘lindo’.
Mas não na beleza humana que um dia adornou rostos e corpos frágeis. Não.
‘Era uma obra híbrida. Um erro divino. Uma tentativa de deus