O som.
Era a primeira coisa que TXK percebeu quando acordou — se é que aquilo poderia ser chamado de acordar. Não era o som metálico dos trilhos, nem o zumbido das turbinas de refrigeração da colônia. Era outro som. Um que ele não ouvia há... quantos séculos?
Respiração.
Mas não a sua.
A sua... não existia.
O peito subia e descia por pura simulação biomecânica. Um código. Um truque. Uma casca tentando imitar o que já foi carne.
TXK estava ajoelhado no centro de uma sala esquecida, cercado de ca