Capítulo 25, Aquele beijo.

(Eduardo Duarte Galvão)

O salão principal da mansão estava impecável, como sempre. O brilho das luzes refletia no mármore claro do chão, e arranjos florais discretos perfumavam o ar sem exageros. A mesa de jantar, longa e imponente, estava posta com requinte: porcelana branca, taças de cristal, talheres prateados polidos a ponto de refletirem nossos rostos. O ambiente exalava a formalidade típica da minha família — cada detalhe era um lembrete da perfeição exigida pelos Duarte Galvão.

Minha mãe
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