Mundo de ficçãoIniciar sessão" Minha maior alegria é saber que você é meu filho não de sangue mais sim de coração " Como pode uma mãe abandonar um bebê indefeso assim no relento da noite fria na porta de um completo estranho. Benício Millard bilionário mais cobiçado de toda Chicago se não de todo o condado, se vê em um grande problema quando em uma noite um bebê é abandono em sua porta, oque fazer em uma situação dessas? Manuela Santos uma garota exótica no meio de um mundo normal, Manu é uma mulher apaixonada pela vida, uma romântica que mesmo com tara desilusão e um amor não correspondido não abaixa a cabeça. Uma criança que veio para unir dois corações quebrados no passado, será que o pequeno bebê conseguirá unir esses dois? Venha ler essa louca história
Ler mais𝐄𝐩𝐢́𝐥𝐨𝐠𝐨 — 𝐋𝐚𝐜̧𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐓𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐍𝐚̃𝐨 𝐐𝐮𝐞𝐛𝐫𝐚 (𝐀𝐧𝐨𝐬 𝐃𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬) 𝐏𝐎𝐕 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚 A casa estava… silenciosa demais. E isso era estranho. Estranho e doloroso. As malas estavam na sala. Uma mochila jogada no sofá. Tênis no meio do caminho — como sempre. Mas hoje… eu não reclamei. Hoje eu só queria guardar cada detalhe. Anthony estava terminando de organizar as coisas para ir para a faculdade. Faculdade. Meu peito apertava só de pensar. Arthur e Heloísa estavam sentados no chão, emburrados. — Não vai — Arthur resmungava. — Fica — Heloísa completava, cruzando os braços igual ao pai. Anthony riu. Aquele riso que ainda tinha o mesmo som de quando ele era pequeno. — Ei… eu não tô indo pra guerra — ele brinca, ajoelhando na frente deles. — Eu vou voltar todo fim de semana. — Promete? — Heloísa pergunta. — Prometo. Eu observo tudo da cozinha. Tentando não chorar. Falhando miseravelmente. — Mãe… Eu congelo. Mesmo depois de anos… ai
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐗𝐗 — 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐀𝐦𝐨𝐫 𝐬𝐞 𝐌𝐮𝐥𝐭𝐢𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐏𝐎𝐕 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚Eu nunca imaginei que seria possível amar tanto… e ainda assim sentir que meu coração continuava crescendo.A barriga já estava enorme.Pesada.Difícil de ignorar.E às vezes… difícil até de carregar.Mas cada chute…Cada movimento…Cada virada dentro de mim…Era como se eles dissessem:"Mamãe, estamos aqui."---— Eles vão quebrar minha costela — resmungo sentada no sofá.Benício ri da cozinha.— Você falou isso ontem.— E continuo certa.Anthony aparece correndo.— Eles chutaram de novo?— Chutaram.Ele coloca a mão na minha barriga, todo cuidadoso.— Ei… eu sou o irmão de vocês, parem de bater na mamãe.Eu rio.Benício para na porta olhando a cena.E eu vejo.O
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐗𝐕𝐈𝐈𝐈 — 𝐏𝐫𝐨𝐦𝐞𝐬𝐬𝐚𝐬, 𝐒𝐞𝐠𝐫𝐞𝐝𝐨𝐬 𝐞 𝐕𝐞𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐏𝐎𝐕 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚Eu nunca achei que planejar uma festa infantil pudesse me deixar tão nervosa.Mas ali estava eu.Sentada na mesa da cozinha, cercada de papéis, anotações, ideias de decoração… e com uma mão inconscientemente apoiada na barriga.Ainda era cedo.Muito cedo.Mas, para mim… já era real.Muito real.— Você vai furar esse papel de tanto encarar — Benício fala atrás de mim.Eu suspiro.— Eu tô tentando decidir se a gente faz tema super-herói ou dinossauro.Ele ri.— Ele gosta dos dois.— Pois é, ajuda zero.Ele se aproxima, passa os braços pela minha cintura e apoia o queixo no meu ombro.— Você tá bem?Eu sei o que ele está perguntando de verdade.Se eu estou bem emocionalmente.Se os hormônios estão me destruin
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐗𝐕𝐈𝐈 — 𝐍𝐨𝐯𝐨𝐬 𝐌𝐞𝐝𝐨𝐬, 𝐍𝐨𝐯𝐨𝐬 𝐂𝐨𝐦𝐞𝐜̧𝐨𝐬 𝐏𝐎𝐕 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚 Eu achei que, depois de tudo, a vida finalmente ia entrar nos trilhos. Sem perseguição. Sem medo constante. Sem aquela sensação de que algo ruim ia acontecer a qualquer momento. Mas a vida… gosta de surpreender. --- Começou com o cansaço. Um cansaço estranho. Pesado. Como se meu corpo pesasse o dobro. No começo, culpei o trabalho. Depois, o estresse das últimas semanas. Depois… simplesmente parei de pensar. --- Até a manhã de quarta-feira. Eu acordei enjoada. Corri pro banheiro e mal consegui chegar no vaso a tempo. Quando terminei, fiquei ajoelhada ali, respirando fundo. — Deve ser comida. Só que eu sabia que não era. --- Nos dias seguintes, piorou. Cheiros me incomodavam. Minha cabeça doía. Meu humor… estava um caos. Eu chorava por nada. Ficava irritada por tudo. Depois me sentia culpada. --- E aí veio o atraso. Três dias
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐗𝐕𝐈 — 𝐒𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐈𝐧𝐬𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦 𝐏𝐎𝐕 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚 Os dias começaram a ficar estranhos. Não era só o trabalho acumulado sobre a mesa. Não era só o cansaço que fazia meus ombros pesarem no final do dia. Era uma sensação. Uma sensação constante, incômoda, como se algo estivesse fora do lugar. Como se, mesmo cercada de pessoas, eu estivesse sendo observada. No começo, tentei racionalizar. Estresse. Mudanças. O retorno do Mauro à cidade. Nada além disso… era o que eu repetia para mim mesma. Mas então começaram as mensagens. A primeira chegou numa terça-feira à noite, quando eu estava deitada na cama tentando dormir. Número desconhecido. "Você continua linda." Meu coração disparou de um jeito estranho. Nã
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐗𝐕 – 𝐏𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐏𝐚𝐬𝐬𝐚𝐝𝐨𝐏𝐎𝐕: 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚Estou exausta.Todos já foram embora. A casa, que antes estava cheia de risadas, música e conversas, agora parece grande demais… silenciosa demais. Estou jogada no sofá, olhando para o teto, tentando juntar coragem para levantar e ir embora.Porque ir embora daqui nunca é fácil.Suspiro fundo e passo a mão no rosto. Meu corpo dói de cansaço, mas minha cabeça dói mais ainda de tanto pensar.Levanto devagar e começo a arrumar minha bolsa.— Onde vai?A voz de Benício vem baixa, rouca, atrás de mim.Fecho os olhos por um segundo antes de responder.— Tenho que ir embora… amanhã já é segunda.Não olho para ele. Se eu olhar, talvez eu desista.— Entendo…Sinto suas mãos segurarem minha cintura. Meu corpo reage na hora. Sempre reage.Os dedos dele sobem devagar pela minha nuca, afastando meus cabelos, tocando minha pele. Arrepios descem pela minha coluna.— Dorme comigo essa noite.Minha respiração falha.A v
Último capítulo