Mundo ficciónIniciar sesión" Minha maior alegria é saber que você é meu filho não de sangue mais sim de coração " Como pode uma mãe abandonar um bebê indefeso assim no relento da noite fria na porta de um completo estranho. Benício Millard bilionário mais cobiçado de toda Chicago se não de todo o condado, se vê em um grande problema quando em uma noite um bebê é abandono em sua porta, oque fazer em uma situação dessas? Manuela Santos uma garota exótica no meio de um mundo normal, Manu é uma mulher apaixonada pela vida, uma romântica que mesmo com tara desilusão e um amor não correspondido não abaixa a cabeça. Uma criança que veio para unir dois corações quebrados no passado, será que o pequeno bebê conseguirá unir esses dois? Venha ler essa louca história
Leer más𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐕𝐈: 𝐀 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚̃𝐨𝐏𝐎𝐕: 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚 Levanto sem ânimo algum para ir trabalhar. Vou ao banheiro e me olho no espelho, vendo olheiras visíveis pela noite de insônia. Tomo um banho bem lento e relaxante. Saio em direção ao closet.— Pera… cadê minhas roupas?Não acredito que a Júlia fez isso. Ela me avisou que um dia jogaria minhas roupas fora, mas não achei que falava sério. Suspiro e ligo para ela.— Juju, cadê minhas roupas?Ouço um risinho e reviro os olhos.— Gosto, amoré! Aquelas roupas suas não te valorizavam. Aproveitei que você não estava em casa. Não comprei muita coisa porque não deu tempo, mais tarde te mando o comprovante pra você me devolver o dinheiro. Tenho que ir, tô cheia de serviço pro próximo desfile. Beijos!Ela desliga sem me deixar falar nada.Vou ter que usar uma das novas. Procuro a mais comportada: um body branco de renda, terninho preto, saia social com uma fenda discreta e salto baixo. Estou pronta para mais um dia.Desço, tomo u
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐕: 𝐍𝐚𝐬𝐜𝐞 𝐮𝐦 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐏𝐎𝐕: 𝐁𝐞𝐧𝐢́𝐜𝐢𝐨Não consigo tirar os olhos dela.Manuela está linda. Sexy, até, com aquela roupa simples e o jeito carinhoso com que cuida do meu pequeno. Cada gesto seu me enche de algo que não sei explicar. O sorriso dela me encanta, me fascina… mas desde quando?— Senhor? — a voz dela me tira do transe. — O senhor vai querer que eu fique com ele o dia todo?Ela olha para o bebê com tanta doçura que, por um segundo, eu queria ser ele. Queria toda aquela atenção só para mim.— Não precisa. Eu cuidarei dele. Se precisar da sua ajuda, eu chamo — respondo, indo até ela.Pego o bebê do seu colo, junto com a cadeirinha, e sigo para a minha sala.Sento na cadeira, coloco o pequeno no colo e começo a revisar alguns papéis, assinar outros. Quando percebo, já são quase duas da tarde. Passei do horário do almoço.O bebê dorme tranquilamente em meus braços. Observo seus cabelos pretos, o narizinho de botão, os resmungos leves q
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐈𝐕:𝐂𝐨𝐦 𝐜𝐢𝐮́𝐦𝐞𝐬? 𝐍𝐚̃𝐨! 𝐏𝐎𝐕: 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚— Vamos, Manu! Só uma comprinha — diz Júlia, logo após me acordar da minha soneca.Isso mesmo, meu povo: eu cheguei da casa do meu chefe e só queria dormir.— Ai, Ju, tá bom… — resmungo, indo para o meu closet me trocar.— Nossa, a gente só vai ao shopping — ela me olha de cima a baixo enquanto escolho a roupa. — Mas vamos logo, estou louca para comprar umas roupinhas lindas para a minha menina!Júlia está grávida de cinco meses e é uma menina. Ela está muito animada; é o seu segundo filho. Júlia se casou com Miguel e teve o Vinícius, e agora, casada com Adam, terá a Luna. É um dos bebês mais esperados pelo nosso grupo, onde já temos a Maria.Chegamos ao shopping e Viviane já nos esperava em um banco ali perto. Entramos juntas e fomos direto para o setor infantil. Depois de quase duas horas entrando e saindo de lojas, entramos em mais uma. As meninas olhavam vestidos lindos, enquanto eu examinava algumas ara
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐈𝐈𝐈:𝐌𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐬𝐞𝐜𝐫𝐞𝐭𝐚́𝐫𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐱𝐲? 𝐏𝐎𝐕: 𝐁𝐞𝐧𝐢́𝐜𝐢𝐨 Aquela reunião me matou. Estou tão cansado que, ao chegar em casa, tudo o que eu queria era um banho e minha cama. Olho para o bebê, que acordou no caminho. Vou até a cozinha, preparo algo para eu comer e uma mamadeira para ele. Ele fica me observando; coloco um pouco de comida em sua boca, mas ele gospe tudo. — Mas ela disse que você já comia… — falo, indignado. Por que ele comeu com aquela garota irritante e comigo não? Suspiro, termino de comer e vou para o banheiro. Tomo banho junto com ele, o troco e o deixo deitado na cama enquanto me visto. Deito-me ao seu lado, olhando para o teto e pensando no que vou fazer com esse bebê, até que finalmente caio no sono. Acordo com resmungos e gemidos. Abro os olhos e vejo o bebê se remexendo. Eu o toco e sinto que sua pele está muito quente. Merda, acho que isso não é normal. O que eu faço? Pego meu celular e cogito ligar para minha mãe. Merda,
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐈𝐈: 𝐃𝐞 𝐬𝐞𝐜𝐫𝐞𝐭𝐚́𝐫𝐢𝐚 𝐚 𝐛𝐚𝐛𝐚́ 𝐏𝐎𝐕: 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥𝐚 Merda! Eu sabia que não deveria ter ido àquela festa. Dormi tarde e, consequentemente, acordei atrasada. Termino de me arrumar às pressas, corro para o estacionamento, pego meu querido carrinho e sigo para a empresa. Praticamente corro até minha sala, mas, antes de entrar, passo pela sala do meu chefe. Parece que eu não fui a única a acordar tarde. Vou para minha mesa, ligo o computador e começo meu trabalho: reviso papéis e agendo reuniões. Quando o relógio marca dez e vinte, meu telefone toca. — Santos, na minha sala. Agora! — Benício fala sério e desliga sem me deixar responder. Sera que ele vai me demitir pelo atraso? Claro que não. Trabalho aqui há mais de três anos e faço meu serviço super bem. Levanto-me e me dirijo à sala dele. Bato na porta, escuto um "entre" e me posiciono à frente de sua mesa com a agenda em mãos. — Senhor, hoje você tem uma reunião na hora do almoço e outra às trê
𝐂𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨𝐈 :𝐔𝐦 𝐛𝐞𝐛𝐞̂ 𝐞𝐦 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐏𝐎𝐕: 𝐁𝐞𝐧𝐢́𝐜𝐢𝐨 Em pleno sábado, estou no escritório da minha casa resolvendo problemas da empresa. Meus olhos ardem por causa da luz do computador, e minha cabeça dói pelas horas sem dormir. Olho no relógio: quase duas da manhã. Suspiro, cansado. Ainda faltam alguns papéis para assinar. Assim que termino, saio do escritório e vou para a cozinha. Deve haver alguma coisa para comer, mas sou interrompido pelo som da campainha. Quem aparece a essa hora? Vou até a porta e a abro. — Mas o quê? Não tem ning… Sou interrompido por um barulho estranho. Olho para baixo e vejo uma cesta. Me agacho e retiro o pequeno manto. — Caralh*… é um bebê! Me levanto rapidamente e olho para os lados, procurando por sua mãe, mas a rua está completamente deserta. Volto o olhar para o pequeno ser dentro do cesto e o pego com cuidado, levando-o para dentro da casa. Ele é tão pequeno… como alguém seria capaz de abandoná-lo? Está em





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