O carro avançava por uma estrada secundária, cercada de vegetação escura e silenciosa. Isadora despertou devagar, os olhos pesados, o mundo girando ao redor. Sua cabeça latejava. Tentou mover os braços, mas estavam presos. Um pano apertava sua boca, abafando a respiração acelerada.
Estava deitada no banco traseiro de um carro, o cinto atravessado sobre o corpo como uma única forma de contensão improvisada. Mas havia algo mais: as mãos amarradas, um aperto cortante nos pulsos. Quando virou a cab