O nome da família Ferraz volta a respirar.
Miguel ergue o próprio legado com as mãos sujas de coragem.
O tribunal estava cheio, mas o silêncio era denso como uma sentença não dita.
Gustavo e Z, lado a lado no banco dos réus, estavam irreconhecíveis.
O terno de luxo não escondia a decomposição moral que agora transbordava em olhares baixos e mãos trêmulas.
As provas eram irrefutáveis.
O pendrive entregue semanas antes revelara contratos fraudulentos, falsificação de assinaturas, e movimentações