Helena acordou com o sol de São Paulo filtrando-se pelas cortinas da suíte do hotel. Por um momento, a luz estranha e o silêncio desconhecido a desorientaram. Então, o peso reconfortante do braço de Dante sobre sua cintura a ancorou na realidade. Ela se virou lentamente. Ele ainda dormia, o rosto finalmente livre da tensão da batalha, parecendo mais jovem e em paz.
Ela olhou para o homem ao seu lado, o arquiteto de sua dor e de sua ressurreição. A jornada que haviam percorrido era um terreno ac