— Você não trabalha de verdade para o Gregor, não é? — arrisquei, sentindo a garganta fechar. A pergunta saiu mais como um pedido do que como um ataque.
Ele soltou um riso curto, quase sem humor, e por um segundo os traços duros do rosto suavizaram.
— Não — disse ele, seco.
— Se você não trabalha para ele, quem é você? Oque você está fazendo aqui? perguntei, porque precisava de qualquer coisa que me ancorasse, uma verdade, mesmo que fosse cruel. — Você, v-você é o Alexei?
Ele passou a mão