— Erick… — meu nome saiu como um suspiro.
Ele inclinou a testa contra a minha, e falou baixo, quase um sussurro:
— Me odeie, Rosa. Mas não minta para mim. Não diga que não quer isso.
Meu coração dispara, ganhando impulso e batendo contra o interior do meu peito. Eu não sabia se queria chorar, gritar ou empurrá-lo para longe. Mas quando senti a boca dele perto demais, quente demais, eu parei de pensar. Era como estar presa numa correnteza que me puxava sem chance de voltar.
A respiração del