Minha cabeça repousa contra o peito dele, sentindo a firmeza e o calor do corpo que me envolve. Um gemido escapa, baixo e sufocado, misto de prazer e necessidade, enquanto ele continua explorando meu corpo mas sem tocar o meu clítoris.
— Oh Deus… por favor… por favor, Erick. — murmurei, a voz tremendo.
Ele sorriu, mordiscando o lóbulo da minha orelha, e empurrou suavemente o pau dele contra minhas costas. Um arrepio percorreu minha espinha. Eu sentia o toque dele, a proximidade, e meu corpo implorava silenciosamente por mais.
Até que ele finalmente me toca.
— Oh porra Rosa, olha como você está. — Seus dedos escorregam com facilidade sobre minha boceta, graças a minha umidade. A sensação de seus dedos balançando freneticamente sobre mim me faz gemer. Eu caio contra as restrições, abrindo minhas pernas mais largas. Silenciosamente implorando mais para ele não parar de me tocar.
Erick geme ao mesmo tempo que eu, seu dedos molhados da minha própria excitação.
— Isso… está bom? —