— Natasha! — Laura interrompeu rápido, o rosto corando. — Pelo amor de Deus, mede as palavras. Eu não quero que a Anya aprenda o significado de… certas coisas… antes de saber falar “mamãe”.
Natasha gargalhou alto e foi até a bebê, pegando-a no colo com cuidado.
— Você não vai repetir nada disso, vai, princesinha? — disse, enchendo a voz de doçura, antes de sussurrar em tom brincalhão: — Seu papai me mataria.
A cena me fez rir também. Por um momento, tudo ali parecia simples. Normal. Como uma