Eu respirei devagar, mantendo a expressão neutra, mas a decisão estava tomada dentro de mim. Se Gregor pegasse aquele chicote, Isabel sofreria muito mais do que precisava. Ele não hesitaria, e eu não poderia permitir. Então falei, com a calma controlada que sempre me acompanha:
— Gregor… deixe-me fazer isso. Eu tomarei o lugar que você ocuparia. Será da maneira que você quer — observando, controlando, administrando a dor — mas sou eu que aplicarei. É assim que me agrada, como prêmio pelo que f